Ontem à noite foi o dia do Cat’s Cradle. Jeffrey Lewis, Rosebuds e British Sea Power. Nada mal para uma terça-feira.
O primeiro eu não conhecia, mas é um novaiorquino maluquete que se apresentou com seu violão. Ele também é cartunista e, por duas vezes, no “show”, ele parou para mostrar uns ‘filmes’ pra gente. Na verdade, eram uns quadrinhos gigantes que ele ficava virando as páginas e “cAntando” a história. Nessas horas ele ligava um gravadorzinho com uma base de violão que ele mesmo já tinha gravado. Foi engraçado.
Nos Rosebuds eu me decepcionei um pouco. Se apresentaram só como trio e, ao vivo, achei que faltou alguma coisa. Mas valeu a pena, lógico. O British Sea Power foi bem bom. Os caras são bem competentes e saí de lá com os ouvidos zunindo. Puseram um monte de galhos em todo o palco e no final estavam bem loucos, abusando das microfonias, plantando bananeiras e teve um que partiu pro crowd surfing.
O Cat’s Cradle é bem legal. Não é um bar (vende bebida, lógico), e sim uma casa de shows, ponto. Do jeito que eu gosto, simples, pequeno, chão de cimento, paredes pintadas e desenhadas, luzinhas de natal, posters na parede etc. Pena que não vi mais shows lá, mas quem sabe uma próxima vez…